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	<title>João Calvino &#187; NT</title>
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		<title>Diferenças entre os dois pactos: parte 5 [ 2.11.11-12 ]</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última das grandes diferenças entre os dois testamentos envolve o cuidado de Deus junto às nações. Enquanto na Lei, Deus se voltou a apenas uma nação, Israel, agora o Evangelho é direcionado para todos os povos.
&#8220;Quando, porém, veio a plenitude dos tempos [Gl 4.4] destinada à restauração de todas as coisas [Mt 17.11], e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/StidkuFAlHI/AAAAAAAAIU8/yTmYjkj5yRQ/s1600-h/reed_gospel+by+calvin.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 134px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/StidkuFAlHI/AAAAAAAAIU8/yTmYjkj5yRQ/s200/reed_gospel+by+calvin.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393233807946060914" border="0" /></a>A última das grandes diferenças entre os dois testamentos envolve o cuidado de Deus junto às nações. Enquanto na Lei, Deus se voltou a apenas uma nação, Israel, agora o Evangelho é direcionado para todos os povos.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Quando, porém, veio a plenitude dos tempos [Gl 4.4] destinada à restauração de todas as coisas [Mt 17.11], e foi revelado esse reconciliador de Deus e dos homens, derruída a muralha que, por tão longo tempo, mantivera a misericórdia de Deus confinada nos limites de Israel, foi anunciada a paz aos que estavam longe, não menos aos que se achavam perto, para que, juntamente reconciliados com Deus, se amalgamassem em um só povo [Ef 2.14-17].&#8221;</span> (2.11.12, p.216)</p>
<p>Ainda que o próprio Cristo tenha se voltado para Israel, vemos, após sua ressurreição, a ordem para que todos os povos sem alcançados pelo Evangelho. Isso surpreendeu aos próprios apóstolos, mas não se tratava de algo que não estivesse prometido.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Através dessa chamada pública não só eram os gentios igualados aos judeus, mas ainda se fazia manifesto que estavam eles a tomar como que o lugar de mortos&#8230; Dessa forma, não sem causa, Paulo proclama, com tanta veemência, este &#8216;um mistério escondido dos séculos e das gerações&#8217; [Cl 1.26], e diz ser o mesmo maravilhoso inclusive aos anjos [Ef 3.9, 10].&#8221;</span> (2.11.12, p.217)</p>
<p>Assim, temos a base de missões nessa verdade &#8211; o Evangelho é para todos os povos. Como igreja, proclamamos isso: não somos um povo fechado como o antigo Israel, mas um Reino a crescer por toda terra.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Portanto, a vocação dos gentios é insigne marca através da qual se ilustra a excelência do Novo sobre o Antigo Testamento.&#8221; </span>(2.11.12, p.216)</p>
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		<title>Diferenças entre os dois pactos: parte 4 [ 2.11.9-10 ]</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O reformador prossegue sua exposição nos dando a quarta grande diferença entre o Antigo e o Novo Testamento:
&#8220;A Escritura chama o Antigo Testamento o Testamento de servidão, porque gera temor nas almas; o Novo, porém, o Testamento de liberdade, porque os anima à confiança e à certeza. Assim, Paulo na Epístola aos Romanos [8.15]: &#8216;Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/StiSTo0DLCI/AAAAAAAAIU0/f8wVFz5ZXWQ/s1600-h/calvinobass.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 190px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/StiSTo0DLCI/AAAAAAAAIU0/f8wVFz5ZXWQ/s200/calvinobass.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393221419847068706" border="0" /></a>O reformador prossegue sua exposição nos dando a quarta grande diferença entre o Antigo e o Novo Testamento:</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;A Escritura chama o Antigo Testamento o Testamento de <span style="font-weight: bold;">servidão</span>, porque gera temor nas almas; o Novo, porém, o Testamento de <span style="font-weight: bold;">liberdade</span>, porque os anima à confiança e à certeza. Assim, Paulo na</span> <span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">Epístola aos Romanos [8.15]: &#8216;Não recebestes&#8217;, diz ele, &#8216;o espírito de servidão, outra vez, para temor, mas o Espírito de adoção pelo qual clamamos: Abba, Pai&#8217;.&#8221; </span>(2.11.9, p.213)</p>
<p>Isto é, enquanto o povo antigo deveria achegar-se a Deus temeroso das reprimendas da Lei, cheios de inquietação e temor, a igreja recebe com o Novo Testamento um espírito de alegria, liberdade e tranquilidade. Enquanto um povo estava debaixo de diversas cerimônias, temos acesso livre ao Criador. Isto é explicado em Gálatas 4.22-31, na alegoria entre Sara, a esposa livre, e Hagar, a escrava.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;A síntese é esta: o Antigo Testamento incutiu medo e tremor às consciências; pelo benefício do Novo Testamento acontece de serem liberadas para alegria. Aquele manteve as consciências sujeitas ao jugo da servidão; pela liberalidade deste elas estão liberadas para a liberdade.&#8221; </span>(2.11.9, p.214)</p>
<p>Isso significa que os fiéis do Velho Testamento não viveram vidas plenas, mas estiveram sempre infelizes, debaixo do jugo da Lei? A resposta do reformador é: não. A diferença é que, ao crer nas promessas feitas a eles, já recebiam nos tempos antigos parte das bênçãos provenientes do Evangelho.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Uma vez que seja evidente terem sido dotados conosco do mesmo Espírito de fé, segue-se terem sido participantes não só da mesma liberdade, como também da mesma alegria, respondemos que nenhuma das duas procedeu da lei&#8230; Foi fruto especial do Novo Testamento que, à parte da lei comum do Antigo Testamento, foram livrados desses males. Mais ainda, negaremos tenham sido eles a tal ponto aquinhoados do espírito de liberdade e certeza, que não experimentaram, em certo grau, tanto o temor quanto a servidão suscitados pela lei.&#8221; </span>(2.11.9, p.214)</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;E aqui deve-se também notar a respeito dos santos pais que viveram de tal modo sob o Antigo Testamento, que não se detiveram ali, mas sempre aspiraram ao Novo, e assim lhe abraçaram real participação.&#8221;</span> (2.11.10, p.215)</p>
<p>Que o amor de Deus, em derramar sobre nós essa alegria proveniente do Evangelho, seja sempre motivo de adoração e louvor em nossas vidas.</p>
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		<title>Diferenças entre os dois pactos: parte 3 [ 2.11.7-8 ]</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 21:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baseado nos versos de Jeremias 31.31-34, em que Deus promete uma nova Aliança entre ele e seu povo, Calvino nos apresenta a terceira diferença entre os testamentos, auxiliado pelos escritos paulinos.
&#8220;Desta passagem o Apóstolo tomou ocasião para estabelecer esta comparação entre a lei e o evangelho, de sorte que àquela chamasse ensino literal, a este, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SsUqKblnh-I/AAAAAAAAIRs/b2JnApqHHDM/s1600-h/Calvin_large.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 170px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SsUqKblnh-I/AAAAAAAAIRs/b2JnApqHHDM/s200/Calvin_large.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387758887911262178" border="0" /></a>Baseado nos versos de Jeremias 31.31-34, em que Deus promete uma nova Aliança entre ele e seu povo, Calvino nos apresenta a terceira diferença entre os testamentos, auxiliado pelos escritos paulinos.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Desta passagem o Apóstolo tomou ocasião para estabelecer esta comparação entre a lei e o evangelho, de sorte que àquela chamasse ensino literal, a este, doutrina espiritual; daquela disse ele ter sido gravada em tábuas de pedra; deste disse ter sido escrito nos corações; daquela disse ser uma pregação de morte; deste disse ser de vida; daquela, de condenação; deste, de justiça; daquela, ser cancelada; deste, diz que permanece [2Co 3.6-11]&#8220;.</span> (2.11.7, p.212)</p>
<p>O reformador explica que existem algumas promessas na Lei, no entanto, elas podem ser consideradas como um elemento diferente, se levarmos em consideração a natureza pura dos mandamentos. Eles são bons, mas ministrando a um pecador só geram morte.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Somente isto lhe atribuem o Profeta e o Apóstolo: que preceitua o que é reto, proíbe as impiedades, proclama recompensa aos cultores da justiça, ameaça castigo aos transgressores, porém, ao mesmo tempo, não muda nem corrige a depravação do coração, que é inerente a todos os homens.&#8221; </span>(idem)</p>
<p>Com isso, não devemos considerar a Lei como um elemento inútil na história da salvação. Pelo contrário, foi proveitosa ao antigo Israel. No entanto, quando comparada com o brilho do Evangelho, a antiga dispensação mostra sua fraqueza. Calvino exemplifica essa diferença entre os dois ministérios por meio da população do povo de Deus.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Ora, se computamos a multidão desses a quem, regenerados por seu Espírito mediante a pregação do evangelho, de todos os povos agregou à comunhão de sua Igreja, diremos terem sido pouquíssimos, de fato quase nenhum, os que outrora, em Israel, abraçaram o pacto do Senhor com afeto de coração e de alma, os quais, no entanto, foram muitos, caso sejam computados em seu próprio rol, sem comparação.&#8221; </span>(2.11.8, p.213)</p>
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		<title>Diferenças entre os dois pactos: parte 2 [ 2.11.4-6 ]</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 19:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Outra diferença de Antigo e Novo Testamentos é expressa nas figuras, uma vez que naquele a realidade estava ausente, ostentava somente a imagem e uma sombra em lugar do corpo, este exibe a realidade presente e o corpo real.&#8221; (2.11.4, p.209)
A segunda diferença entre os dois pactos envolve novamente conceitos que já conhecemos: o Antigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SsO-zG3wxQI/AAAAAAAAIRk/8V5wWoTmxGs/s1600-h/BeFunk2y.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 148px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SsO-zG3wxQI/AAAAAAAAIRk/8V5wWoTmxGs/s200/BeFunk2y.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387359364492346626" border="0" /></a><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Outra diferença de Antigo e Novo Testamentos é expressa nas figuras, uma vez que naquele a realidade estava ausente, ostentava somente a imagem e uma sombra em lugar do corpo, este exibe a realidade presente e o corpo real.&#8221;</span> (2.11.4, p.209)</p>
<p>A segunda diferença entre os dois pactos envolve novamente conceitos que já conhecemos: o Antigo Testamento é tipo e o Novo é antítipo. Isto é, o primeiro apresenta sombras de uma realidade revelada mais claramente no segundo. Novamente, isso não é uma questão de natureza, mas de administração de cada aliança. As cerimônias aqui ocupam um lugar importante.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Estas cerimônias eram como que apenas acidentes do pacto, ou, na verdade, adições e anexos e, como diz o simples, acessórios&#8230; Conseqüentemente, em suma, neste contexto chama-se </span><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">Antigo Testamento</span><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);"> a maneira solene de confirmar o pacto compreendida em cerimônias e sacrifícios. Uma vez que, porém, nestas cerimônias e sacrifícios nada subsiste substancial, a não ser que se vá além deles, contende o Apóstolo ter sido necessário que se fizessem obsoletos e fossem abolidos, para que se desse lugar a Cristo, fiador e mediador de um Testamento superior [Hb 7.22], através de quem foi uma vez adquirida eterna santificação para os eleitos e obliteradas as transgressões que permaneciam sob a lei.&#8221; </span>(2.11.4, p.210)</p>
<p>Assim, o Antigo Testamento era algo temporário, substituído pelo Novo, <span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;com confirmação firme e substancial&#8221;</span> (idem), um pacto com características eternas, ministrado pelo próprio Deus, na pessoa de Cristo. O povo de Israel, vivia, portanto em uma situação semelhante à infância, guardados pela Lei como tutor.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Paulo designa esta pobreza de compreensão pelo termo <span style="font-weight: bold;">infância</span>, querendo o Senhor que fosse exercitada por elementos deste mundo e pelas mesquinhas observâncias externas, como que por regras de disciplina infantil, até que Cristo se manifestasse, através de quem convinha que o conhecimento do povo fiel atingisse a maturidade [Ef 4.13].&#8221; </span>(2.11.5, p.210)</p>
<p>Essa distinção não significa que os grandes homens do Antigo Testamento eram inferiores em fé ou piedade. Jesus nos diz que eles tinham consciência de que algo maior aguardava o povo de Deus (Lc 10.24), e Pedro o confirma em sua primeira carta, capítulo 1, verso 12. Ainda assim, aqueles homens estavam debaixo de sombras e tipos, pois viviam numa fase em que o Senhor assim resolveu lidar com sua nação.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Pois, a pregação destes é não somente obscura, como que acerca de coisas longínquas, mas ainda encerrada em tipos. Além disso, por mais elevado fosse neles o conhecimento, entretanto, uma vez que tenham tido necessariamente de submeter-se à &#8216;pedagogia&#8217; comum do povo, também eles próprios se contam no número das crianças.&#8221; </span>(2.11.6, p.211)</p>
<p>Que tenhamos o coração agradecido por receber essa revelação mais clara, mas que também temamos quando não nos mostramos gratos por tamanha generosidade da parte do Senhor.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diferenças entre os dois pactos: parte 1 [ 2.11.1-3 ]</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois da longa seção sobre as semelhanças entre o Antigo e o Novo Testamento, Calvino lista agora as diferenças entre os dois pactos. Porém, ele nos lembra que devemos tomar cuidado ao tratar o assunto.
&#8220;Digo que todas estas diferenças são de tal natureza, e comprometo-me a demonstrá-lo, que dizem respeito ao modo de administração, antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SsOuci4soVI/AAAAAAAAIRc/iA1_sk0-kM8/s1600-h/calvin_zoom.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SsOuci4soVI/AAAAAAAAIRc/iA1_sk0-kM8/s200/calvin_zoom.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387341384689426770" border="0" /></a>Depois da longa seção sobre as semelhanças entre o Antigo e o Novo Testamento, Calvino lista agora as diferenças entre os dois pactos. Porém, ele nos lembra que devemos tomar cuidado ao tratar o assunto.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Digo que todas estas diferenças são de tal natureza, e comprometo-me a demonstrá-lo, que dizem respeito ao modo de administração, antes que à substância. Por esta razão, nada impedirá que as promessas permaneçam as mesmas, quer do Antigo, quer do Novo Testamento, e Cristo como sendo o mesmo fundamento das próprias promessas.&#8221;</span> (2.11.1, p.206)</p>
<p>A primeira diferença já foi bastante comentada no capítulo anterior: as promessas futuras para judeus e para cristãos. Essa promessa não era diferente para os dois grupos, mas as imagens usadas para o antigo Israel são diferentes e, muitas vezes, remontam à realidades terrenas. No entanto, isso se devia ao fato de eles não estarem prontos ainda para as informações que a Igreja receberia a seguir.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Portanto, foi-lhes destinada a mesma herança que a nós, mas, em razão da idade, ainda não eram capazes dela tomar posse e dela tratar. Estava entre eles a mesma Igreja, todavia, até esse ponto, como que na infância.&#8221;</span> (2.11.2, p.207)</p>
<p>Assim como a bem-aventurança, o castigo no Antigo Testamento também usava de imagens terrenas, como punições nesta terra para muitos dos que pecaram contra Deus. Essa realidade também apontava para a realidade final, onde os ímpios receberiam castigos eternos e não apenas materiais.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Aliás, nos devencilharemos facilmente de tais entraves se voltarmos a mente para esta dispensação de Deus de que falei, a saber, que durante esse tempo em que ao povo de Israel ministrava seu Testamento, até então como que de forma velada, quis ele significar e prefigurar ora, mediante benefícios terrenos, a graça da felicidade futura e eterna, ora, mediante castigos corporais, a gravidade da morte espiritual.&#8221; </span>(2.11.3, p.209)</p>
<p>Vemos, portanto, que apesar dessas diferenças entre as duas porções da Bíblia, há uma unidade, a saber, que Deus é justo e a vingança pertence a ele. Que nos agarremos à cruz para fugir à ira vindoura.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A unidade dos testamentos [ 2.10.4-6 ]</title>
		<link>http://joaocalvino.net/2009/07/a-unidade-dos-testamentos-2-10-4-6/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 14:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Calvino continua sua exposição da similaridade entre os dois Testamentos, lembrando que a fé em Cristo, o Mediador, é comum ao povo antigo e à igreja. Temos o exemplos diversos na Bíblia, e o reformador destaca alguns:
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SlztOrUMTbI/AAAAAAAAH70/Mf4Tyiqetl8/s1600-h/245421082986.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 132px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/SlztOrUMTbI/AAAAAAAAH70/Mf4Tyiqetl8/s200/245421082986.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358418493065416114" border="0" /></a>Calvino continua sua exposição da similaridade entre os dois Testamentos, lembrando que a fé em Cristo, o Mediador, é comum ao povo antigo e à igreja. Temos o exemplos diversos na Bíblia, e o reformador destaca alguns:</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;E, para que não disputemos por demorado tempo acerca de coisa óbvia, temos a notável afirmação do Senhor: &#8216;Abraão exultou porque haveria de ver meu dia; viu-o e se regozijou&#8217; [Jo 8.56]&#8230; Tanto a bendita Virgem, quanto Zacarias, em seus cânticos [Lc 1.54, 55, 72, 73], dizem que a salvação revelada em Cristo foi o cumprimento das promessas que o Senhor fizera outrora a Abraão e aos patriarcas. Se, em manifestando a seu Cristo, o Senhor saldou o compromisso de seu antigo juramento, não se pode dizer que seu objetivo não esteve sempre em Cristo e na vida eterna&#8221;</span> (2.10.4, p.189)</p>
<p>Não apenas o Mediador da Aliança, mas as consequências que envolvem esse contrato com Deus são semelhantes para Israel e os cristãos. Paulo liga claramente os símbolos do batismo e da ceia com as situações dos israelitas no deserto, como vemos em 1 Coríntios 10. Ali, o apóstolo mostra que o mesmo Deus que castigou os israelitas é aquele pode castigar a Igreja. Consequentemente, tanto os judeu quanto os crentes de hoje recebem de Cristo alimento e herança espiritual.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Não só os cercou o Senhor dos mesmos benefícios, mas também manifestou sua insigne graça entre eles pela instrumentalidade dos mesmos símbolos. Como se [Paulo] estivesse a dizer: Se confiais que estais fora de perigo só porque não apenas o Batismo com que fostes selados, mas também a Ceia de que participais diariamente, têm excelentes promessas, enquanto isso, desprezada a bondade de Deus, vos entregais desenfreadamente à dissolução, sabei que os judeus nem mesmo precisaram de tais símbolos, contra quem, no entanto, a despeito disso, o Senhor executou mui severamente seus juízos.&#8221; </span>(2.10.5, p.189)</p>
<p>Algumas objeções podem ser feitas, como a comparação que Jesus faz entre si mesmo e o maná no deserto. Diz Cristo que aquele pão não lhes deu a vida eterna, algo que sua carne nos providencia (João 6). A resposta está no contexto da cena, onde o Senhor está confrontando pessoas que tentam colocá-lo contra Moisés. Jesus ensina que ele, como Pão vivo, é alimento eterno.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Porquanto sabia que o Senhor, quando fazia chover do céu o maná, não havia derramado apenas o alimento do ventre, mas também o havia dispensado como um mistério espiritual, para prefigurar a vivificação em espírito que se tem em Cristo, Paulo não negligencia este aspecto, que era o mais digno de consideração. Pelo que se conclui, certa e claramente, que não só foram comunicadas aos judeus as mesmas promessas de vida eterna e celestial com que o Senhor nos digna agora, mas também foram elas seladas com sacramentos verdadeiramente espirituais.&#8221;</span> (2.10.6, p.190)</p>
<p>Portanto, podemos ter certeza de que o mesmo Deus que cuidou de Abraão e seus descendentes é aquele que cuidará de nossas vidas. Que tenhamos essa confiança.</p>
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