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	<title>João Calvino &#187; salvação</title>
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		<title>Falando sobre a Encarnação [ 2.12.3-4 ]</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 20:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O reformador continua em sua explicação da necessidade de que o Filho tomasse a forma de homem. Era necessário que Deus se tornasse homem para a salvação, e não existia finalidade principal além dessas. Assim como um homem levou toda humanidade a perecer, não encontraríamos a salvação sem que alguém nos levasse a isso, pagando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-176" title="Calvindrier_expo_mail" src="http://joaocalvino.net/wp-content/uploads/2009/12/Calvindrier_expo_mail-150x150.jpg" alt="Calvindrier_expo_mail" width="150" height="150" />O reformador continua em sua explicação da necessidade de que o Filho tomasse a forma de homem. Era necessário que Deus se tornasse homem para a salvação, e não existia finalidade principal além dessas. Assim como um homem levou toda humanidade a perecer, não encontraríamos a salvação sem que alguém nos levasse a isso, pagando a dívida que era nossa e recebendo as penalidades que merecíamos.</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Deve-se sustentar principalmente aquilo que expus há pouco: que a natureza comum que temos com ele é o penhor de nossa união com o Filho de Deus, e que, vestido de nossa carne, destruiu ele a morte com o pecado, para que a vitória e o triunfo fossem nossos; ofereceu ele em sacrifício a carne que recebeu de nós, para que, feita a expiação, apagasse nossa culpa e aplacasse justa ira do Pai.&#8221; </em></span>(2.12.3, p.222)</p>
<p>Embora esteja enfatizando a encarnação, Calvino novamente lembra que as duas naturezas, tanto divina quanto humana, são necessárias para entendermos nossa salvação. Se não houvesse essa bendita união, o plano de Deus não se mostraria tão perfeito. Como Deus, o redentor não poderia sofrer a morte necessária, mas como homem não poderia derrotá-la:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Uma vez que, afinal, nem podia, como somente Deus, sentir a morte, nem como somente homem podia superá-la, associou a natureza humana com a divina, para que sujeitasse à morte a fraqueza de uma, no afã de expiar pecados; e, sustentando luta com a morte pelo poder da outra, nos adquirisse a vitória. Logo, aqueles que despojam a Cristo ou de sua divindade, ou de sua humanidade, na realidade lhe diminuem tanto a majestade quanto a glória, obscurecem igualmente sua bondade. Mas, por outro lado, não menos detrimento causam aos homens, cuja fé assim abalam e subvertem, a qual não pode permanecer firme a não ser neste fundamento.&#8221;</em></span> (idem)</p>
<p>Após apresentar a doutrina, o reformador agora rebate certas especulações levantadas a respeito desse assunto. O que ele chama de <em>&#8220;curiosidade demasiado estulta&#8221;</em> é a ideia de que haveria a encarnação de Cristo mesmo se não fosse necessária a salvação da humanidade. Já vimos o reformador se indignar contra esse tipo de jogo teológico. Isto ele combate com a própria Palavra:</p>
<p><span style="color: #800000;"><em>&#8220;Quando, porém, a Escritura inteira proclama haver-se ele revestido de carne a fim de que viesse a ser o Redentor, não passa de tremenda temeridade imaginar-se outra causa ou outro propósito&#8230; de fato, a não ser que ele tivesse vindo para reconciliar a Deus, posta por terra lhe estaria a honra do sacerdócio, visto que o sacerdote se interpõe por mediador entre Deus e os homens para fazer intercessão [Hb 5.1]. Não seria ele nossa justiça, pois foi feito vítima por nós para que Deus não nos impute os pecados [2Co 5.19]. Finalmente, despojado será ele de todos os louvores com que o adorna a Escritura.&#8221; </em></span>(2.12.3-4, p.223s)</p>
<p>Nessa seção, Calvino nos apresenta de forma irrefutável como a Palavra proclama a salvação como missão do Salvador (ele cita: Hb 9.11,12,22; Is 53.4,5; Jo 3.16, 5.25, 10.15,17,18, 11.25; Mt 18.11, 9.12; Lc 1.79, 24.46,47; Rm 8.3; Tt 3.4, entre outros) . Mais que ser um mero exemplo de vida, um curandeiro, uma figura política, um filósofo galileu, Jesus deixou claro que veio à Terra para morrer por nossos pecados, unir-nos como seu povo e inaugurar seu Reino. E assim seus discípulos entenderam. Excluir a morte expiatória dos propósitos de Cristo é minimizar a Encarnação.</p>
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		<title>Nosso mediador [ 2.12.1-2 ]</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 15:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de agora Calvino volta-se àquele que é o motivo dos dois Testamentos &#8211; Cristo, o mediador. O reformador discorrerá sobre as duas naturezas de Jesus. Em primeiro lugar, fala-se brevemente sobre a divindade e porque o Mediador deveria ser Deus.
&#8220;Ora, uma vez que nossas iniqüidades, como se fosse uma nuvem interposta entre nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/St8WiIcK4EI/AAAAAAAAIVM/_TcoUZnbbpw/s1600-h/calvin1.JPG"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 170px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4_coTlvzgBI/St8WiIcK4EI/AAAAAAAAIVM/_TcoUZnbbpw/s200/calvin1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395055654250143810" border="0" /></a>A partir de agora Calvino volta-se àquele que é o motivo dos dois Testamentos &#8211; Cristo, o mediador. O reformador discorrerá sobre as duas naturezas de Jesus. Em primeiro lugar, fala-se brevemente sobre a divindade e porque o Mediador deveria ser Deus.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Ora, uma vez que nossas iniqüidades, como se fosse uma nuvem interposta entre nós e ele, nos alienaram inteiramente do reino dos céus, ninguém podia ser o intermediário da paz a ser restaurada, senão aquele que pudesse achegar à sua presença&#8230; A situação, certamente, era irremediável, a não ser que até nós descesse a própria majestade de Deus, já que não estava a nosso alcance subir até ele. Daí se fazia necessário que o Filho de Deus viesse a ser nosso Emanuel, isto é, &#8216;Deus conosco&#8217; [Is 7.14; Mt 1.23], de tal maneira que sua divindade e a natureza humana fossem unidas.&#8221;</span> (2.12.1, p.220)</p>
<p>No entanto, como a questão da divindade foi tratada no primeiro Livro, o reformador se concentrará na humanidade de Cristo. Para Calvino, era necessário que o Filho se tornasse homem, a fim de que ele se identificasse conosco e nós nos identificássemos com ele &#8211; o que gera o compartilhamento das bençãos divinas a nós, e das nossas fraquezas e maldições a ele.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Quem poderia fazer isso, se o mesmo Filho de Deus não se fizesse filho do homem, e de tal forma tomasse o que é nosso, e nos transferisse o que é seu, e o que era inerentemente seu, pela graça se fizesse nosso? Portanto, apoiados neste penhor, confiamos ser filhos de Deus, porque o que por natureza era Filho de Deus, apropriou para si o corpo de nosso corpo, a carne de nossa carne, os ossos de nossos ossos, para que fosse precisamente o que somos, e não relutou em assumir o que nos era próprio, para que, por sua vez, a nós pertencesse o que ele tinha de propriamente seu, e assim ele, em comum conosco, fosse não só o Filho de Deus, mas também o Filho do Homem.&#8221; </span>(2.12.2, p.221)</p>
<p>Para finalizar sua meditação inicial no assunto, Calvino nos apresenta uma bonita reflexão sobre a obra de Cristo por nós. Que nos dediquemos a pensar nessas coisas, para que nosso coração se encha de louvor e adoração ao nosso Senhor.</p>
<p><span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);">&#8220;Quem poderia fazer isso, a não ser a própria Vida? Impunha-se-lhe vencer o pecado. Quem poderia fazer isso, a não ser a própria Justiça? Impunha-se-lhe desbaratar as potestades do mundo e do ar. Quem poderia fazer isso, a não ser um Poder superior tanto ao mundo quanto ao ar? Ora, em quem está a vida, ou a justiça, ou o senhorio e poder do céu, senão unicamente em Deus?&#8221;</span> (2.12.2, p.221s)</p>
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